quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Natal não! Natalis Solis Invicti



O nome original do Natal é Yule. Foi o primeiro festival pagão a ser usurpado pelo Cristianismo, em 354 d.C., quando o nascimento de Jesus (originalmente no final de setembro) foi transferido para a data do Natal do Sol Invicto e chamado "Natal".
Yule é um dos festivais mais celebrados e, nos países nórdicos, o mais importante, pois comemora o nascimento do Deus-Sol menino no útero da noite (Deusa).
O nome "Yule" significa "Roda" em norueguês. Esse festival pagão é conhecido também como Natal (mesmo no Paganismo o nome é Natal), Festival das Luzes, Alban Arthan, Natalis Solis Invicti, Meio do Inverno ou Solstício de Inverno.
É celebrado no primeiro dia do inverno do Hemisfério Norte.
Costumes de Natal, como as muitas velas, árvore decorada, guirlandas, presentes, pinhas, canções, máscara, visco, azevinho, banquete, brindes, etc., são originalmente costumes de Yule.
A celebração do Natal Cristão em 25 de dezembro surgiu por paralelo com as solenidades do Deus Mitra, cujo nascimento era comemorado no Solstício (de inverno no hemisfério norte e de verão no hemisfério sul). No calendário romano este solstício acontecia erroneamente no dia 25, em vez de 21 ou 22.
Os romanos comemoravam na madrugada de 24 de dezembro o "Nascimento do Invicto" como alusão do alvorecer de um novo sol, com o nascimento do Menino Mitra.
Já foram encontradas figuras do pequeno Mitra em Treveris e a semelhança com as representações cristãs do Menino Jesus são incontestáveis. Isso demonstra um claro sincretismo, onde o mitraismo foi fonte e o cristianismo o destino.
Esta foi a razão que levou algumas religiões,como por exemplo as Testemunhas de Jeová, a não participarem de festividades natalinas.

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