Os crentes têm uma espécie de consciência coletiva, decorrente de um princípio doutrinário que os proíbe de provocar escândalo em seus irmãos.
Assim, não basta ao crente preocupar-se com sua própria consciência – a certeza íntima de que faz aquilo que considera certo, pois a ele é imposto preocupar-se também com a consciência do grupo – o que a congregação considera certo, sem o que corre o risco de provocar escândalo em seus pares e assim, nos termos da sentença bíblica lavrada em Lucas 17, ser por eles lançado ao mar com uma pedra de moinho atada ao pescoço, mesmo que metaforicamente.
Assim, não basta ao crente preocupar-se com sua própria consciência – a certeza íntima de que faz aquilo que considera certo, pois a ele é imposto preocupar-se também com a consciência do grupo – o que a congregação considera certo, sem o que corre o risco de provocar escândalo em seus pares e assim, nos termos da sentença bíblica lavrada em Lucas 17, ser por eles lançado ao mar com uma pedra de moinho atada ao pescoço, mesmo que metaforicamente.
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