A resposta é não. Fé significa crença incondicional, logo independe de demonstrações racionais de sua coerência intrínseca ou extrínseca. Apesar disto, manifestam-se com freqüência pessoas que classificam e defendem a suas religiões como “racionais”, estabelecendo um falso paradoxo onde um sistema de crenças baseado na fé — que por definição independe de sustentação lógica — é apresentado como racional, ou seja, sustentado pela razão.
Quando um crente defende a racionalidade de sua religião quase sempre lança mão de argumentos teológicos. No caso das grandes religiões monoteístas — Judaísmo, Cristianismo e Islamismo — a argumentação teológica se baseia na exegese de seus livros sagrados — Torah e Talmud, Bíblia e Corão respectivamente.
Quando um crente defende a racionalidade de sua religião quase sempre lança mão de argumentos teológicos. No caso das grandes religiões monoteístas — Judaísmo, Cristianismo e Islamismo — a argumentação teológica se baseia na exegese de seus livros sagrados — Torah e Talmud, Bíblia e Corão respectivamente.
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